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Tesouro direto ou fundos imobiliários, onde é melhor investir?

Tesouro direto ou fundos imobiliários? – Diante da alta da taxa Selic, os produtos de renda fixa tornaram-se mais rentáveis. Já o comportamento de outros indicadores econômicos, como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, e o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar aluguéis, apontam outras alternativas, inclusive na renda variável. Essas situações podem causar dúvidas aos investidores sobre onde aplicar.

Na renda fixa, os títulos públicos do Tesouro Direto ganham destaque por serem avaliados como o tipo de investimento mais seguro do mercado financeiro. Também considerando a segurança e o comportamento dos indicadores econômicos, os fundos imobiliários se apresentam como uma opção atrativa.

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Para decidir onde investir, é preciso considerar a avaliação de quem conhece o mercado. A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) orienta que os investidores analisem o cenário econômico, os objetivos para investir e, também, as características dos investimentos, como segurança, liquidez e retorno financeiro.

Avaliação do cenário econômico

A taxa Selic foi fixada em 10,75% ao ano durante a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central realizada em fevereiro. A expectativa do mercado financeiro, conforme informações do Boletim Focus, é que ela continue em alta até dezembro.

O IPCA chegou a casa dos dois dígitos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação acumulada nos últimos 12 meses, entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022, é de 10,54%. A projeção do mercado financeiro é que ela sofra uma diminuição com o passar do tempo. Inclusive, os aumentos consecutivos da taxa Selic são uma estratégia do Copom para reduzir a inflação.

Já o IGP-M acumulado nos últimos 12 meses, no intervalo entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022, é de 16,12%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A perspectiva é de uma desaceleração do índice ao longo do ano.

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Objetivos do investidor

De acordo com a Anbima, é preciso que o investidor analise quais são os seus objetivos ao investir para, assim, decidir o quanto espera de retorno financeiro e em quanto tempo.

Para quem pretende investir nos títulos do Tesouro Direto, a orientação dos especialistas financeiros é optar por aqueles que tenham o rendimento atrelado à Selic e sejam de curto prazo. Os papéis que seguem o IPCA e têm longo prazo não são recomendados no momento. Já os fundos imobiliários são indicados para os investidores que têm objetivos de longo prazo.

Segurança, liquidez e rentabilidade

O Tesouro Direto é considerado o investimento mais seguro do mercado financeiro, pois, na prática, o investidor “empresta” o dinheiro para o Governo, que não corre o risco de falência.

Mas os fundos imobiliários também são considerados seguros e, por isso, a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) os reconhece como uma “porta de entrada” para os investidores que desejam começar a investir em renda variável. Os riscos deste tipo de investimento são a possibilidade de inadimplência, vacância e problemas físicos no imóvel, como depredações e incêndios.

Com relação à liquidez, os investidores devem se informar sobre cada um dos produtos. Há títulos públicos com liquidez diária, que permitem o resgate do dinheiro a qualquer momento. Também há fundos imobiliários com alta liquidez.

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A rentabilidade dos títulos públicos depende do indexador – Selic ou IPCA – e se o papel será prefixado ou pós-fixado. Essas definições são feitas no momento da aquisição. Os fundos imobiliários, por sua vez, possuem dois tipos de remuneração: o recebimento de receitas periódicas geradas pelo imóvel, como uma espécie de aluguel, e a venda das cotas do fundo após a valorização.

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Jornalista fascinada pela internet

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