Acordar, desbloquear o celular e conferir o estado da cidade virou rotina de muita gente que joga Rise of Kingdoms. O ciclo de coletar recursos, participar de ralis e brigar no chat da aliança é quase um emprego de meio período.
Se você curte essa adrenalina, mas já decorou cada centímetro do mapa, existem outros games que entregam o mesmo clima de guerra permanente. A lista abaixo reúne 10 opções para Android e iOS, todas gratuitas para baixar no Brasil, embora tragam compras internas para quem quer acelerar a evolução.
Lista rápida de jogos parecidos com Rise of Kingdoms
Confira os destaques antes de mergulhar nos detalhes:
- Call of Dragons
- Lords Mobile
- Evony: The King’s Return
- War and Order
- King of Avalon
- Guns of Glory: Lost Island
- Viking Rise
- Arkheim: Realms at War
- Infinity Kingdom
- Art of Conquest: Airships
Call of Dragons: fantasia em 3D e batalhas aéreas
Imagine Rise of Kingdoms vestido de RPG épico. Aqui, o terreno em 3D interfere nos confrontos, as unidades voam e monstros gigantes, chamados de behemoths, viram aliados depois de domados.
A base do progresso continua igual: construir, pesquisar e treinar tropas, tudo amarrado à cooperação de alianças. A diferença fica por conta do visual mais vibrante e da tática extra de usar o relevo a favor.
Por que lembra Rise of Kingdoms
• Mapa aberto e persistente
• Disputa por território liderada por heróis
• Eventos recorrentes que exigem presença diária
Lords Mobile: veterano das guerras entre reinos
Lançado em 2016, Lords Mobile mantém servidores lotados graças a eventos constantes e a um sistema de guildas bastante ativo. Além da guerra, o jogo incentiva a caça a monstros para coletar materiais de equipamentos.
Aqui o perigo de ser atacado enquanto dorme é real, então preparar escudos e coordenar ataques é essencial. A curva de aprendizado é um pouco mais íngreme que em Rise of Kingdoms, mas a recompensa vem em forma de batalhas gigantescas.
Semelhanças principais
• Construção de castelo com filas longas de upgrade
• Ralis de guilda contra alvos comuns
• PvP pesado que pune distrações
Evony: The King’s Return mistura generais históricos e quebra-cabeças
Evony ficou famoso pelos minigames de resgatar ouro que aparecem nos anúncios, mas o coração do título é o bom e velho 4X. Abraham Lincoln e Júlio César podem comandar o mesmo exército, o que gera combinações inusitadas.
O volume de sistemas extra é grande: arqueologia, sub-cidades e as tais fases de puzzle, que viram pausa leve no meio da rotina de guerra.
Elementos que lembram RoK
• Evolução lenta baseada em pesquisas
• Alianças controlam passagens estratégicas do mapa
• Generais influenciam tanto o ataque quanto a produção interna
War and Order adiciona defesa de torre ao pacote
Nesta versão com elfos, orcs e magos, o jogador também precisa encarar fases de tower defense para proteger o castelo. O recurso quebra a repetição das marchas e garante recompensas extras.
No campo aberto, a lógica permanece: reunir aliados, expandir território e não descuidar do escudo durante a noite.
O que remete a Rise of Kingdoms
• Construção de cidade passo a passo
• Peso da cooperação em larga escala
• Pressão constante por recursos
King of Avalon: dragões em vez de comandantes históricos
A lenda arturiana serve de pano de fundo para batalhas em que seu dragão pessoal faz diferença nos confrontos. Ele evolui, aprende habilidades e precisa de atenção constante.
Imagem: Andrea Knezovic
Fora o bichão, a rotina é familiar: treinos longos, pesquisas demoradas e alianças que se reúnem para controlar o mapa mundial.
Guns of Glory: Lost Island aposta no steampunk
Armas de pólvora, dirigíveis e construções inspiradas no século XVII formam a estética única de Guns of Glory. O dirigível, aliás, é uma árvore de evolução própria que potencializa tropas em campo.
Quem gosta de mecânicas extras para mexer vai encontrar aqui um prato cheio, ainda que isso exija mais tempo de gerenciamento.
Viking Rise: expandindo pelos mares de Midgard
Explorar neblina, pilhar aldeias e enfrentar criaturas nórdicas são atividades diárias em Viking Rise. O jogo mescla estratégia em tempo real com narrativa de conquista.
A fluidez das batalhas lembra bastante RoK, principalmente quando várias alianças colidem no mesmo ponto do mapa.
Arkheim: Realms at War funciona em temporadas
Produzido pelos criadores de Travian, Arkheim coloca elfos contra anões em rodadas com data para terminar. Ao final da temporada, as conquistas são computadas, há premiação, e um novo ciclo começa.
O formato agrada quem prefere metas de curto prazo e não quer ficar anos preso no mesmo servidor.
Infinity Kingdom: imortais e dragões elementais
Com visual cartunesco, Infinity Kingdom introduz a mecânica de afinidade elemental: fogo, gelo, relâmpago e afins. Os dragões entram como reforço pesado em cada exército, tornando as lutas cheias de efeitos.
Apesar do colorido, o loop de coleta, fortificação e guerra entre alianças continua idêntico ao de Rise of Kingdoms.
Art of Conquest: Airships traz combate mais manual
Na hora de lutar, você posiciona tropas no campo e ativa as habilidades dos heróis em tempo real, quase como um mini-RTS. São cinco raças jogáveis, e o jogador pode alternar entre elas pagando uma taxa interna.
A sensação de controle direto nas batalhas diferencia o título dos concorrentes focados apenas em marchas automáticas.
Quanto custa jogar no Brasil?
Todos os jogos citados estão disponíveis gratuitamente na Google Play Store e na App Store. Os pacotes iniciais de gemas variam de R$ 4,90 a R$ 109,90, dependendo do game. É o mesmo padrão visto em Rise of Kingdoms, então o investimento opcional segue familiar.
Vale lembrar que não há cobrança extra para baixar ou instalar, apenas para acelerar construções ou obter itens cosméticos.
Conclusão rápida
Se a vontade é viver mais histórias de alianças, mapas gigantes e conflitos sem fim, qualquer opção desta lista entrega a experiência. Agora é escolher, reunir amigos e partir para a próxima conquista — Mania de Celular já está de olho nos próximos relatos de guerra virtual.
